Textos do antigo "O Salamandra" atualizados periodicamente de tempos em tempos no transcorrer dos dias a medida dos acontecimentos. As atualizações ocorrem regularmente ou aleatoriamente de forma regular. Quando, por ventura, o autor esquecer, provavelmente não irá se lembrar. Contudo, assim que recobrar a memória há uma grande probabilidade que o faça.

quarta-feira, 25 de julho de 2007

História de magrela

Andei meio sumido ultimamente, né? Pois é... desculpe.

Vendo a data da última atualização chego a ficar corado de vergonha. Dois de julho, diz lá. A última vez que escrevi foi em dois de julho. Dois de julho, e pensar que nem lembro sobre o que foi esse texto. Lê-lo? Nem pensar! Só ia expor ainda mais meu relaxo. Prefiro continuar assim, agindo naturalmente, sem levantar suspeitas. Nessas horas a gente sai assoviando e olhando para os lados como se nada tivesse acontecido. Nada, nadinha...

Ontem levei a maior quedão de bicicleta. Não ria, é verdade. Eu que sempre me senti jovem e rebelde-sem-causa desfilando por aí de bike, pûs os pés na realidade juntamente com as mão, o joelho, a canela e o queixo. Para a minha sorte (ou azar...), a queda só não foi pior porque a lama amorteceu.

Deu para imaginar como ficou minha vestimenta, né?

Imunda, completamente imunda, lama por toda parte. Uma sujeira completa, quase imprestável. A primeira idéia que me ocorreu foi mergulá-la na lama e tingí-la de marrom de uma vez. O prejuízo só não foi maior porque tenho fé na f'órmula do novo Ace.

Sei que é meio besta falar, mas devo confessar que a primeira coisa que fiz depois do ocorrido foi olhar para os lados. Ver se não tinha ninguém vendo, isso que queria saber. Você entende que é o tipo de situação que ninguém gosta de ser visto, não é? Por sorte não havia ninguém, nehuma alma viva até onde a vista alcança. Menos mal, pensei retirando a bicicleta da posição horizontal. Ainda bem, que não tem ninguém. Apenas aquela cortina tremendo na janela do vizinho.

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